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jan 29 2013

SR Promocionais e M.J Piron anunciam fusão visando valorização do produto nacional (2)

A notícia da fusão das duas empresas já está se espalhando pelos órgãos de divulgação online. Você vai encontrar mais facilmente produtos EKOBIO para sua empresa ou ação promocional!

http://www.difundir.com.br/site/c_mostra_release.php?emp=1301&num_release=88892&ori=V
http://www.brandpress.com.br/index.php?option=com_k2&view=item&id=17091%3Asr-promocionais-e-mj-piron-anunciam-fus%C3%A3o-visando-valoriza%C3%A7%C3%A3o-do-produto-nacional&Itemid=623

http://www.revistaeventos.com.br/Marketing-Promocional/SR-Promocionais-e-M.J-Piron-anunciam-fusao-visando-valorizacao-do-produto-nacional

http://podcultura.blogspot.com.br/2013/01/sr-promocionais-e-mj-piron-anunciam.html

http://portal.comunique-se.com.br/index.php/releases/sr-promocionais-e-mj-piron-anunciam-fusao-visando-valorizacao-do-produto-nacional.html

http://www.jornow.com.br/jornow/noticia.php?idempresa=1301&num_release=88892

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jan 08 2013

SR Promocionais e M.J Piron anunciam fusão visando valorização do produto nacional

SR Promocionais e M.J Piron se unem para ampliar mercado de marketing
promocional no Brasil. As duas empresas se unem com a pretensão de
aumentar em 40% suas vendas em 2013. Com foco em sustentabilidade e
fontes renováveis, as marcas são especialistas em materiais de escrita.

Essa fusão pretende aproveitar a consolidação da marca “EKOBIO” no Brasil
com foco em materiais biodegradáveis de fontes renováveis para atrair
novos investidores neste setor. A EKOBIO é reconhecida principalmente por
ter lançado a primeira caneta fabricada com o bioplástico biodegradável do
Brasil. Lançado em 2010, o produto e a tecnologia são totalmente nacionais.
A caneta é produzida com um biopolimero certificado que possui como base
o composto de amido, que reduz em até 60% a emissão de CO2 e em 30%
o consumo de energia elétrica em sua fabricação. Pode ser reciclada, escreve
até 2 mil metros pelo padrão europeu, se decompõe em cerca de 180 dias
sob condições de compostagem industrial e fertiliza o solo, transformada em
húmus.

Visando o fortalecimento do mercado, a M.J Piron vai utilizar seu conceito
Share of Mind para manter seus clientes entre as marcas lembradas por
meio de campanhas promocionais eficazes. Seus produtos são conhecidos
por valorizar a produção nacional e a qualidade do design italiano, sempre
seguindo as mais novas tendências do mercado.

Segundo o presidente da Ekobio, Arnaldo Di Giuseppe, a união das duas
empresas é importante para fortalecer ambas as empresas, assim como
ampliar a capacidade fabril, de serviços e econômica do setor de marketing
promocional. “Com essa fusão, teremos a possibilidade de desenvolver novos
produtos com o mesmo conceito sustentável que já utilizamos em nossas
canetas”, afirma.

Fonte: Assimptur

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nov 28 2012

Newsletter – Dezembro / 2012

news_dezembro12Nossa nova newsletter está no ar! Veja o resumo do que foi publicado em nosso blog (blog.ekobio.com.br), nas redes sociais e o que a EKOBIO fez nestes últimos meses. Direcione o seu browser para news.ekobio.com.br e depois passe aqui e conte o que achou de bacana, o que quer ver nos próximos meses ou simplesmente dê um curtir.

Compartilhe o que de melhor há no mercado sustentável!

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set 12 2012

Como anda a reciclagem no Brasil e no mundo

Reciclagem

Fonte: https://www.facebook.com/portalplanetaviavel

 

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ago 15 2012

Propostas pró-compostagem na cidade de São Paulo

Olá a todos!

A EKOBIO esteve presente no seminário Compostagem na Cidade de São Paulo, que aconteceu na Câmara Municipal da cidade, onde foi debatido as alternativas para a implementação de um sistema de coleta e processamento dos resíduos orgânicos, além de “cases” de iniciativas que acontecem pelo Brasil.

Seminário Compostagem

O texto abaixo foi retirado do site Morada da Floresta com o texto final das conclusões do seminário:

Segundo o portal da Prefeitura de São Paulo, a cidade gera cerca de 18 mil toneladas de lixo diariamente. Só de resíduos domiciliares são 10 mil toneladas por dia. E mais da metade são resíduos orgânicos.

O atual sistema de coleta e destinação envolve o transporte dos resíduos por grandes distâncias pelas vias públicas, poluição gerada pelos caminhões coletores, sobrecarga nos aterros e desperdício inaceitável de matéria-prima. Se não bastasse, o serviço custa aos cofres públicos quase R$ 2 milhões por dia, conforme valor anual previsto no orçamento para 2012. Isso significa que o menor custo estimado para transportar e enterrar material orgânico, e só o de origem domiciliar, é mais de R$ 1 milhão por dia.

A compostagem é a opção mais sustentável para o tratamento da parcela orgânica. Processo de decomposição biológica aeróbica e acelerada, que trata e estabiliza resíduos orgânicos, a compostagem não polui e não gera gases malcheirosos e outros inconvenientes ambientais, sociais e sanitários. Segundo a CETESB, é considerada inclusive um “processo de tratamento de lodo (de esgotos) para redução de vetores”.

Um sistema de compostagem, preferencialmente descentralizada,  não só simplifica a logística de coleta, recupera recursos naturais e prolonga a vida dos aterros, como também favorece a educação da população. E contribui para o senso de responsabilidade compartilhada na redução da geração e na gestão de resíduos. A comercialização do composto orgânico também pode se tornar fonte de trabalho e renda.

E a compostagem não é novidade!!

Em 2003, os contratos firmados entre a Secretaria de Serviços e Obras-PMSP e as concessionárias de coleta de resíduos na cidade de São Paulo previram a criação de usinas de compostagem com capacidade instalada de 2.050 t/dia. Embora seja atribuição destas concessionárias “zelar pela longevidade dos aterros”, as usinas, ou instalações similares, nunca foram instaladas. Além disso, o programa “feira-limpa” previa que 70% das feiras livres (de cada agrupamento geográfico definido nos contratos) deveriam ter seus resíduos coletados e destinados à compostagem.

Em 2006, a Política Estadual de Resíduos Sólidos de São Paulo determinou que os Planos (Municipais) de Gerenciamento de Resíduos Urbanos deveriam contemplar a definição e a descrição de medidas e soluções direcionadas à compostagem.

Em 2007, a Lei federal 11.445, ao conceituar os serviços públicos de manejo de resíduos sólidos, estabeleceu entre suas atividades o tratamento dos resíduos domésticos, dentre outros, inclusive por compostagem.

Em 2009, o Decreto 54.645 definiu que a Secretaria de Meio Ambiente-SMA, com prazo de 1 ano, faria o plano de resíduos para a região metropolitana, com meta de redução de pelo menos 6% de rejeito a cada 5 anos.

Em 2010, a Política Nacional de Resíduos Sólidos determinou que cabe ao titular dos serviços públicos de limpeza urbana e de manejo de resíduos sólidos “implantar sistema de compostagem para resíduos sólidos orgânicos e articular com os agentes econômicos e sociais formas de utilização do composto produzido”. A mesma lei considera que todos os resíduos devem ser reaproveitados ou reciclados e apenas aqueles para os quais não haja possibilidade de reaproveitamento ou reciclagem podem ser dispostos em aterros. “Em outras palavras, a meta é a compostagem de TODOS os resíduos orgânicos gerados na área urbana dos municípios” (Manual para Implantação de Compostagem e de Coleta Seletiva no Âmbito de Consórcios Públicos, Ministério do Meio Ambiente-MMA, 2010).

Já em 2011, o Plano Nacional de Resíduos Sólidos estipulou que, até 2015, deve haver pelo menos 30% de redução no peso da parcela orgânica dos resíduos disposta em aterros.

“A adoção de atividades de compostagem pelos municípios é, portanto, uma imposição legal, e não mais uma escolha tecnológica, uma opção para destino dos resíduos orgânicos gerados” (Manual para Implantação de Compostagem e de Coleta Seletiva no Âmbito de Consórcios Públicos, MMA, 2010).

Assim, está mais do que na hora, no âmbito do Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, da criação de um plano específico para a redução da geração e destinação adequada de resíduos orgânicos da cidade de São Paulo, priorizando a compostagem. 

Este plano deve contemplar as seguintes diretrizes, dentre outras:

* estimular a compostagem doméstica, comunitária, institucional, empresarial e municipal
* promover a gestão descentralizada dos resíduos, envolvendo todas as subprefeituras e valorizando as iniciativas locais,
* corresponsabilizar os geradores, inclusive dos mercados e feirantes
* integrar secretarias municipais e órgãos estaduais em torno do tema
* definir metas para a compostagem de curto, médio e longo prazos
* desenvolver e implantar sistema de monitoramento e avaliação, por meio de indicadores de desempenho operacional e ambiental
* implantar, em todas as subprefeituras, programas de reaproveitamento e compostagem de resíduos de poda e capina, conforme a Lei Municipal 14723/2008, regulamentada pelo Decreto 51.664/2010 e
* desenvolver mercado de oferta e consumo do composto orgânico, incluindo incentivos para compras públicas.

Dentre as ações do plano propomos, pelo menos:

* definir programas, projetos e atividades necessárias para atingir as metas traçadas
* revisar  o Plano Diretor e outras legislações para permitir a instalação de pátios de compostagem  urbanos
* simplificar o licenciamento de unidades de compostagem de pequeno porte
* municipalizar o licenciamento de unidades de compostagem de pequeno e médio portes, considerando seu impacto ambiental local
* desenvolver programas e ações de capacitação técnica e de educação ambiental voltados para a implementação e operacionalização da compostagem
* adequar o contrato com as concessionárias de coleta de resíduos para atender à legislação
* conceber programas, campanhas e outras atividades educativas para a redução do desperdício de alimentos
* adotar nomenclatura e comunicação visual que valorizem a parcela orgânica: resíduo compostável em vez de lixo orgânico, por exemplo
* definir sistema de coleta seletiva dos resíduos compostáveis em todos os distritos
* reservar recursos municipais (via Fundo Especial do Meio Ambiente-FEMA, dentre outros) para fomento de iniciativas de compostagem comunitárias e nas próprias repartições públicas, como escolas e unidades de saúde
* criar instrumentos que viabilizem a correta segregação dos resíduos compostáveis nas fontes geradoras
* instalar pátios de compostagem, com caráter educacional, em praças e em todos os parques públicos
* padronizar o composto orgânico (composição química, granulometria, etc) e
* realizar estudos gravimétricos e divulgá-los de forma didática, afim de apresentar à população a evolução do programa e mobilizá-la para atingir as metas.

Grupo Pró-Viabilização da Compostagem na Cidade de São Paulo

Constituído em maio deste ano, após a reunião Destinação Adequada de Resíduos Orgânicos: Compostagem na Cidade de São Paulo, promovida pela Comissão Extraordinária Permanente do Meio Ambiente da Câmara Municipal.  Com o intuito de estimular a compostagem e inseri-la na Política Municipal de Resíduos Sólidos, é integrado pelas seguintes instituições, em ordem alfabética:

CeRSol – Centro Multidisciplinar de Estudos em Resíduos Sólidos (USP)
Comissão Extraordinária Permanente do Meio Ambiente da Câmara Municipal
Crisantempo Socioambiental
DAA – Supervisão de Abastecimento (ABAST)
Grupo Hortelões Urbanos
Instituto 5 Elementos
Instituto GEA – Ética e Meio Ambiente
KMA – Korin Meio Ambiente
Menos Lixo – Projetos e Educação em Resíduos Sólidos
Morada da Floresta
Rede Nossa São Paulo
Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente
Secretaria Municipal de Saúde – COVISA
Umapaz
… e vários munícipes engajados.

Participe você também desta causa, procure as empresas acima e faça também você a sua compostagem doméstica. A EKOBIO apóia esta iniciativa, produzindo com material proveniente de fonte vegetal e compostável.

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